Sumário Econômico 1514

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A educação no desenvolvimento nacional

Na década dos anos 1970, um grupo de economistas do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT, baseado em longas séries históricas, tratou de decompor as taxas de crescimento da economia dos Estados Unidos, para determinar a influência do fator trabalho e do fator capital na composição dessas taxas. Esse ensaio econométrico liderado por Robert Solow, que lhe valeu o Prêmio Nobel de Economia em 1987, chegou à conclusão que o ritmo expresso na taxa de crescimento não encontrava a totalidade da sua explicação no uso combinado do capital e do trabalho, na produção de bens e prestação de serviços. Havia uma fração da taxa, um resíduo, que só poderia ter explicação na qualificação das pessoas que compõem a força de trabalho.

 

2017: o melhor ano da Europa em uma década

A Europa não começou 2017 nas melhores circunstâncias. O Brexit ainda era relativamente recente, o banco mais antigo da Itália decretou falência, e uma série de eleições estava gerando inquietação. Doze meses depois, o sucesso da economia europeia trouxe uma surpresa e até uma hashtag, #euroboom. No mês passado, o Fundo Monetário Internacional disse que a recuperação da Europa foi o que animou o resto do mundo, tornando a região “motor do comércio global” e do crescimento econômico. Prevê-se que a zona do euro tenha crescido 2,2% em 2017, o ritmo mais rápido em uma década, de acordo com a Comissão Europeia.

 

Novo Simples Nacional

No ano passado, a economia nacional emitiu vários sinais de recuperação, principalmente a partir de abril, quando o mercado de trabalho passou a melhorar, encerrando o ano com relativo otimismo diante do aumento da produção e das vendas do comércio em relação a 2016. Hoje, à medida que os indicadores vão sendo divulgados, mostrando bom desempenho da economia, como o da balança comercial, por exemplo, as expectativas vão sofrendo revisões para cima. Por isso, já há previsões de que o PIB de 2017 possa ter chegado a 1%. No contexto da chegada de notícias alvissareiras, algumas políticas públicas vêm para agregar, uma vez que, ao entrar em vigência, devem contribuir para que o mercado possa evoluir ao favorecer o funcionamento das empresas. Uma delas é a lei que reformou a Lei Geral das MPEs.

 

Consulta pública sobre áreas úmidas

Aberta a consulta pública para o recebimento de contribuições à Estratégia Nacional de Conservação e Uso Sustentável das Áreas Úmidas do Brasil. Os interessados poderão enviar contribuições até 15 de março do corrente ano. Para participar, basta preencher o formulário disponibilizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). As sugestões recebidas serão usadas para aprimorar as políticas públicas voltadas para as áreas úmidas do País, incluindo os Sítios Ramsar – áreas úmidas de importância internacional reconhecidas pela Convenção de Ramsar.

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