Sumário Econômico 1561

A CNC no Brasil dos próximos quatro anos - O comércio de bens, serviços e turismo é reconhecidamente fundamental para a economia do País. E a voz dos empresários que mantêm esse dinâmico setor em constante movimento, gerando riqueza, renda, empregos e impostos, precisa e merece ser ouvida. É o que projetamos como uma das primeiras ações à frente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), já como resposta ao grande desafio de consolidar e ampliar o legado deixado pela histórica gestão de Antonio Oliveira Santos. A CNC sempre trabalhará para dias melhores para o nosso país, mas deixando absolutamente patente que o fundamental é que tenhamos democracia e respeito às bases do nosso sistema capitalista. É preciso garantir que o País tenha segurança jurídica e liberdade para empreender. É com firmeza de propósitos e confiança no futuro que a CNC vai buscar caminhos de diálogo construtivo com o novo governo e a sociedade, sempre em defesa do setor terciário e do Brasil. É nisso que acreditamos e é para isso que trabalharemos nos próximos anos.

Varejo volta a registrar abertura de lojas após quatro anos - Após três anos registrando mais fechamentos do que aberturas de lojas, o comércio varejista brasileiro volta a registrar saldo positivo em 2018 (+8,1 mil novas lojas). Ainda longe de reverter as 223 mil lojas eliminadas durante a crise, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta abertura líquida de 23,3 mil novos estabelecimentos comerciais ao fim de 2019. O saldo entre aberturas e fechamentos de lojas com vínculos empregatícios no varejo brasileiro fechou 2018 de forma positiva, com +8,1 mil novas unidades. O resultado positivo do ano passado interrompeu, assim, uma sequência de três anos no vermelho, uma vez que, entre os anos de 2015 e 2017, o setor acumulou um fechamento líquido de 223,0 mil estabelecimentos comerciais por conta da recessão.

Contas externas brasileiras em 2018 - Segundo dados do Banco Central do Brasil, o déficit das transações correntes fechou 2018 em US$ 14,5 bilhões, enquanto no ano anterior o resultado foi de um déficit de US$ 7,2 bilhões, representando um aumento de 101%. Esse valor das contas externas correspondeu a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em 2017 representou 0,4% do PIB.As contas externas são compostas por três principais contas: 1) Balança Comercial de Bens (exportações e importações), a qual mostrou superávit de US$ 53,6 bilhões no ano; 2) Saldo dos Serviços (viagens, transportes e aluguéis de equipamentos realizados por brasileiros no exterior), com um déficit de US$ 34,0 bilhões; 3) Conta Capital e Financeira (remuneração de empregados, juros, lucros e dividendos), que terminou 2018 com déficit de US$ 8,9 bilhões.

Empregabilidade no turismo em novembro - Em novembro do ano passado, o Índice das Atividades Turísticas (Iatur) levantado pelo Instituto Brasileiro de Geografiae Estatística (IBGE) deu sinais de que a economia tinha melhorado, subindo 0,2% em relação a outubro. Em adição, o Banco Central estimou que a economia cresceu 0,29% naquele mês, através do IBC-Br. Outros sinais do momento favorável da economia brasileira advieram do mercado de trabalho, uma vez que foram abertos 59 mil novos postos formais de trabalho.

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