CNC Notícias 200

Crédito: Ascom - PV

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Agenda inadiável

A economia brasileira mostrou os primeiros sinais de reação, levantando a possibilidade, na avaliação de alguns observadores, de que o pior já tenha passado.

Inflação em baixa – com deflação em junho, a primeira em 11 anos –, menos desemprego, algum crescimento da indústria e do comércio.Indicadores suficientes para justificar uma confiança de que o Brasil vá fechar o ano em alta, interrompendo a sequência recessiva dos últimos dois anos.

Para os empresários do comércio, um setor historicamente inclinado ao otimismo, esse conjunto de fatores também pode representar a perspectiva de encerrar um período que certamente não vai deixar boas lembranças.

Queda expressiva nas vendas, com os consumidores assustados com o cenário instável e a inflação galopante, fechamento de vagas e de lojas, crédito escasso, tudo isso trouxe profundos impactos ao setor terciário.

No momento que se ensaiam os primeiros passos para deixar a crise para trás, as incertezas passam a ser os impactos do cenário político e a possibilidade de interrupção da implementação das reformas, consideradas fundamentais para um crescimento econômico sustentável e sem distorções.

Como mostra a reportagem de capa da edição n° 200 da CNC Notícias, na avaliação dos presidentes das federações do comércio de bens, serviços e turismo de todas as regiões do País, a alta carga tributária, os juros reais ainda elevados e a insegurança jurídica na contratação são questões que têm contribuído fortemente para o fechamento de lojas e o aumento do desemprego.

Se esses problemas, junto com o déficit do sistema previdenciário, não forem enfrentados com firmeza, não será possível melhorar o ambiente de negócios, tão necessário para a retomada dos investimentos e a geração de empregos.

Boa leitura!

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