Síntese das palestras do CTur - 29/10/2014

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Com o apoio da Confederação Nacional do Comércio (CNC), do Sebrae e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), a Associação Brasileira de Empresa de Eventos (Abeoc) realizou uma pesquisa entre empresas do setor em 12 estados, sob a perspectiva da formação de políticas públicas. Na abertura da palestra sobre o tema no Conselho Nacional de Turismo, Anitta Pires, presidente da Abeoc, afirmou que, apesar de existirem muitas informações confiáveis, “falta-nos uma adequada gestão dos dados disponíveis, de modo a que possamos utilizá-los na construção de nossos negócios, tendências, ampliações e novos investimentos”. Nesse sentido – acrescentou –, o II Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil-2013 “é fundamental para o mercado”.

O levantamento – conduzido por Luiz Carlos Barboza, coordenador de Competitividade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e Osíris Ricardo Bezerra Marques, professor adjunto do Departamento de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF) – integra o Programa de Qualidade ABEOC Brasil: Qualificação em Gestão e Certificação de Micro e Pequenas Empresas de Eventos. “Trata-se de um planejamento estruturador. O grande desafio do turismo se relaciona à competitividade sistêmica, envolvendo os governos nos três níveis, empresas e instituições. Temos aí uma agenda importante, pois os diagnósticos mostram que todos os segmentos da cadeia produtiva carecem de avanços significativos. E o programa ataca o fator competitividade de forma direta”, explicou Barboza.

De acordo com Osiris Marques, coordenador do grupo que elaborou a pesquisa de 2013 (disponível no site da Abeoc e no Portal do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria), o trabalho representa a continuação do primeiro, formatado em 2001. “Houve, então, 12 anos de interregno sem a produção de novas informações nessa área que tanto vem crescendo ao longo do tempo. Como Universidade Federal de Turismo, nos sentimos na obrigação de tentar preencher a lacuna de conhecimento em torno do setor no Rio de Janeiro. A metodologia foi construída de maneira bem detalhada, uma vez que abordamos um segmento extremamente volátil, multiforme e difícil de ser capturado”.

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