Brasil disputa mundial de futebol social no País de Gales

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23 A 24 jul 19
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Com apoio da CNC, seleção brasileira de Futebol Social terá time misto na busca pelo tetracampeonato
Com apoio da CNC, seleção brasileira de Futebol Social terá time misto na busca pelo tetracampeonato
Crédito
Divulgação Futebol Social

A Seleção Brasileira de Futebol Social participa, a partir do dia 27 de julho, da edição 2019 da Homeless World Cup, torneio internacional de futebol de rua que tem como proposta incluir, por meio do esporte, pessoas que vivem em situação precária de moradia (ou sem moradia). As disputas ocorrerão em Cardiff, no País de Gales, com a participação de mais de 500 atletas representantes de pelo menos 50 países.

Com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Penalty, o Futebol Social promove um movimento pioneiro que conecta jovens e comunidades carentes de todo o País, tendo como objetivo principal integrar, motivar e fortalecer seus participantes. 
Atua em parceria com dezenas de projetos sociais que utilizam o futebol dentro de regiões carentes como ferramenta para transformação social. Participam jovens de 16 a 21 anos, que vivem sob risco social e sem condições plenas de desenvolvimento. Desde 2004, o projeto já atendeu mais de 20 mil jovens e fez parte de mais de 20 eventos internacionais.


Copa do Mundo de Futebol Social

Participante desde a primeira edição, em 2003, o Brasil embarca em busca do quarto título mundial — possui as taças de 2010, 2013 e 2017. A seleção brasileira de Futebol Social será composta por oito atletas, sendo seis meninos e duas meninas, todos com idades entre 16 e 21 anos. A escolha dos integrantes ocorreu no primeiro semestre de 2019, em etapas organizadas pela ONG Futebol Social, responsável por formar a seleção que disputa a Homeless World Cup. 

“Foram mais de 100 projetos comunitários participantes, incluindo uma comunidade quilombola e uma aldeia indígena”, conta Guilherme Araújo, presidente da ONG. A seleção leva em conta critérios sociais e regionais, além de performance e comportamento alinhado ao conceito de fair play.


Futebol Social: entenda as regras

No Futebol Social, a quadra é reduzida, tem apenas 22 metros de comprimento e 16 de largura. O time vencedor ganha três pontos no campeonato; o perdedor, zero. Em caso de empate, disputa alternada de pênaltis, com dois pontos para o vencedor e um para o time que perder. São dois tempos de sete minutos, com intervalo de um minuto. Os goleiros não podem sair da área, marcar gols ou fazer cera. Os jogadores de linha também não estão permitidos a invadir a área dos goleiros, sob a pena de um pênalti do time adversário. O fair play (jogo limpo) é incentivado nos torneios, e um troféu exclusivo é destinado ao time que demonstrar e jogar com o espírito genuíno do futebol.

Para os jogadores que não atuarem nesse espírito do fair play, penalidades: cartão azul (dois minutos) ou vermelho (expulsão do jogo) e, em último caso, exclusão do torneio. Pelo menos um jogador deve ficar no campo oposto, ou seja, três atacam e dois defendem. Uma falta será marcada contra o time que ficar totalmente em seu lado. Se um jogador recebe um cartão azul, enquanto o time estiver com jogador(es) a menos, esta regra não é válida. Da mesma maneira, esta regra não vale se um jogador recebe um cartão vermelho.