Hamilton Mourão fala aos jornalistas estrangeiros na CNC

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José Roberto Tadros (E), Hamilton Mourão e Paulo Marcondes Ferraz, da FCCE
José Roberto Tadros (E), Hamilton Mourão e Paulo Marcondes Ferraz, da FCCE
Crédito
Christina Bocayúva

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participou, em 15 de julho, de um encontro com correspondentes estrangeiros na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro. O evento foi realizado em parceria com a Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE) e a Associação dos Correspondentes Estrangeiros (ACE).
O presidente da CNC, José Roberto Tadros, falou da satisfação em receber Hamilton Mourão, mais uma vez, na CNC, lembrando o excelente histórico de relacionamento construído desde o período em o general atuou no Amazonas. “É uma grande honra para nós recebê-lo. Sinta-se sempre em casa na CNC”, afirmou Tadros.
Falando em seguida, Hamilton Mourão fez um breve relato dos principais pontos que têm norteado a agenda do governo em nível internacional e interno. Reafirmou a importância da democracia liberal como princípio básico e a necessidade de o Brasil atuar com pragmatismo em suas relações internacionais.
O vice-presidente da República considerou uma vitória a aprovação da Reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara, mas falou sobre as dificuldades na relação entre governo e Congresso, que na visão dele é fragmentado com o número elevado de partidos políticos. Mourão lembrou que mais da metade da Câmara é formada por deputados em mandatos novos que ainda estão descobrindo as suas capacidades junto a parlamentares com mais tempo de Casa.
Abertura comercial
Na área comercial, o vice-presidente apontou a necessidade de o País buscar maior abertura porque tem apenas 1,2% do fluxo de comércio do mundo, o que para ele é pouco para nações como o Brasil. Sobre a relação entre Brasil e China, Mourão disse que a mensagem política foi muito bem entregue na viagem que fez, em maio, àquele país, quando houve a liberação da carne brasileira cuja compra estava suspensa.
Mourão avaliou que isso já foi um primeiro entendimento entre os dois países na área comercial, representando um sinal de boa vontade do governo chinês. “Ninguém hoje pode prescindir de negociar de comerciar com a China e ter essa ligação”, afirmou, lembrando que a China também não pode permitir instabilidade social e, por isso, tem que garantir alimentação e algum tipo de trabalho para seus habitantes.

Com informações da Agência Brasil