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No olho do furacão

A realidade imposta pela crise da Covid-19 está provocando profundas reflexões e, principalmente, uma grande necessidade de adaptação em todas as dimensões humanas.

Pessoas, empresas, governos – há uma busca generalizada por respostas, para entender o que muda e o que é preciso fazer para recuperar o ritmo e a normalidade ou, mesmo, sobreviver ao que passou a ser chamado de “novo normal”, um clichê que ajuda a traduzir as complexas mudanças.

O comércio de bens, serviços e turismo está no olho do furacão. Os prejuízos já somam mais de duas centenas de bilhões de reais. Empresas, principalmente as menores, estão sumindo do mapa da produção, deixando de gerar empregos, renda e prosperidade.

Junto à dramática crise sanitária global, que tantas vidas tem ceifado, há o baque econômico, que também exige uma postura rápida e eficaz por parte dos agentes responsáveis pelas políticas públicas.

Afinal, a sobrevivência das empresas garante a continuidade dos empregos, que, mais do que manter a economia funcionando, garante a sobrevivência também das pessoas.

Não é uma equação fácil, mas a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo tem contribuído em todas as frentes para que seja resolvida da melhor forma.

O chamado novo normal é, de fato, novo, mas sua normalidade vai depender muito dos acertos das políticas e dos agentes públicos e da capacidade de adaptação de todos, inclusive das empresas, aos requisitos de um tempo que chegou sem ser esperado, mas que parece ter vindo para ficar.

Boa leitura!