Sumário Econômico - 1633

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31 jan A 01 fev 20
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Confiança do empresário do comércio tem crescimento histórico em agosto - O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 78,2 pontos em agosto, com crescimento de 11,5% em relação a julho. Embora o índice permaneça na zona pessimista, abaixo dos 100 pontos do corte de indiferença, o crescimento mensal foi o maior observado na série histórica do Icec, iniciada em abril de 2011. Na comparação interanual, a queda da confiança foi de -32%. O item referente às condições atuais da economia cresceu 14%, atingindo 22,5 pontos em agosto. Na comparação com agosto de 2019, a queda foi de 70,7%. Houve pequena melhora na avaliação dos comerciantes quanto ao desempenho atual da economia, em que 92,8% consideram que as condições estão piores do que há um ano. Já em relação às expectativas para a economia, o índice alcançou 116,5 pontos, crescimento mensal de 19,3% em relação a julho, o segundo consecutivo. Entre os indicadores de investimento, a intenção de contratação de funcionários alcançou 77,9 pontos, crescimento recorde de 13,9%, apesar de, em nível, o indicador estar 48 pontos abaixo do índice pré-pandemia. Neste mês de agosto, cresceu a proporção dos empresários do comércio que afirmaram ter pretensão de aumentar o quadro de funcionários, passando de 25,1% em julho para 33,3%, o primeiro incremento desde dezembro de 2019.

Um olhar sobre o emprego em julho de 2020 - Embora o saldo entre contratações e demissões tenha sido deveras negativo, atingido mais de um milhão de pessoas, o que significa estar alto e preocupante nesses sete primeiros meses do corrente ano, numa perspectiva de curto prazo, o comportamento recente do mercado de trabalho motivou celebrações políticas por parte do governo. Os fatos deveram-se à divulgação dos últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) sobre o mês de julho. Isso porque o resultado do número de trabalhadores contratados superou o de demitidos em pouco mais de 131 mil, quantidade que surpreendeu os especialistas e as expectativas do próprio governo. Neste ano, a chegada da Covid-19 interrompeu o processo de maior evolução. Esperava-se aumento do produto doméstico de 2% a 2,5%. Com a pandemia, a situação reverteu-se; agora, quanto menor for a recessão, melhor poderá ser para que a retomada possa dar-se aceleradamente. Em julho, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (23 mil novas vagas); indústria (53,6 mil); e construção (42 mil) foram as atividades que abriram vagas líquidas. Na contramão, o saldo dos serviços (-16 mil) derrubou o saldo. Alojamento e alimentação (-25 mil) foi o maior responsável pela contração dos serviços.

Plano Decenal de Energia (PDE) 2030 – Prorrogado - A retomada do planejamento do setor de energia ensejou a elaboração do Plano Nacional  Energia (PNE) 2030, que incorpora a Eficiência Energética (EE) e m seus estudos e menciona a elaboração futura de um Plano Nacional de Eficiência Energérica (PNEF). Os Planos Decenais de Energia (PDEs) que se seguiram também inserem a eficiências energética no planejamento. A oferta de u m ser v iço de energia exige uma cadeia de transformações, transporte e estocagem com origem nas fontes primárias, ou seja, nas formas disponíveis na natureza, tanto de origem renovável (solar, direta, eólica, hidráulica , cana-de-açúcar e madeira) quanto não renovável ( petróleo, gás natural , carvão minera l e nuclear). O PN E 2030 te m como objetivo formular estratégias para a expansão da oferta de energia no País, buscando sempre o uso integrado e sustentável dos recursos energéticos disponíveis.