Sumário Econômico - 1640

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31 jan A 01 fev 20
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Comportamento das vendas do varejo expõe mudanças nos hábitos de consumo - O volume de vendas do comércio varejista brasileiro avançou 3,4% no mês de agosto, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada em 10/09 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No conceito ampliado, que considera os volumes de vendas  do comércio automotivo e das lojas de materiais de construção, o aumento foi ainda maior (+4,6%) ante julho. Com os resultados de agosto, o setor alcançou o nível mais alto da série histórica da pesquisa, superando em 8,5% a média do primeiro bimestre deste ano. Diversos fatores ajudam a explicar o comportamento positivo das vendas pelo quarto mês consecutivo. A menor adesão espontânea ao isolamento social levou a uma maior circulação de consumidores no comércio. O índice de isolamento social medido pela empresa de consultoria In Loco segue tendência decrescente no Brasil desde o início de abril. Além disso, a partir de junho, diversas regiões do País iniciaram processos graduais de reabertura da economia. Assim, após alcançar 63% da população na segunda metade de março, o indicador se encontra próximo de 35% no fim de setembro. Diante desse cenário, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou de -5,7% para -4,2% sua previsão para a variação do volume de vendas do comércio varejista em 2020 no conceito ampliado. No varejo restrito, a entidade projeta alta de 1,8% na comparação deste ano com 2019.

Comércio pós-Pix - No dia 19/02, o Banco Central lançou a marca do seu mais novo serviço, o Pix. A plataforma será lançada em 16 de novembro e representa um meio de pagamento digital, instantâneo e sem limite de horário ou dia da semana. O principal objetivo dessa ação é aumentar a eficiência e a competitividade do mercado de pagamentos de varejo no Brasil, trazendo vantagens importantes para os comerciantes. A forma de pagamento poderá ocorrer de três maneiras. A primeira é por meio de uma chave ou de identificação transacional, como o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF)/Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou o e-mail do usuário, por exemplo. Outra medida é o uso de tecnologias que permitam a troca de informações por aproximação, como a tecnologia Near Field Communication (NFC). Já a terceira maneira seria pelo QR Code, que pode ser estático ou dinâmico. Outra possibilidade será o saque no varejo. Esse Serviço ainda não tem especificações, mas será um benefício que está em planejamento pelo Banco Central e deve ser incorporado ao Pix assim que possível. Com isso, o varejo poderá fazer reúso do dinheiro, atraindo mais clientes e formando novas possibilidades de negócios. Com essas novidades, o Banco Central brasileiro pretende levar o Brasil ao mesmo nível dos países avançados, tornando o mercado de pagamento mais rápido e seguro, tanto para os comerciantes quanto para os consumidores. Assim, trará vantagens financeiras para ambas as partes envolvidas, beneficiando também outros setores da economia. Por isso, olha-se com grande interesse e esperança para essa nova fase nos meios de pagamento no Brasil.

Dia Nacional das Micro e Pequenas Empresas (II) - Na edição anterior deste periódico, escrevemos que, no dia 5 de outubro, a TV Senado transmitiu evento com alguns políticos e autoridades para celebrar o Dia Nacional das Micro e Pequenas Empresas (MPE) através do endereço web https://youtu.be/QYBonRsT2LU. A transmissão foi coordenada pelo senador Jorginho Mello (SC). O encontro web contou com o apoio da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas. Um dos primeiros a falar foi o presidente do Sebrae Nacional. Além de ressaltar a importância do segmento para o emprego e a formação do produto interno, Carlos Meles procurou focar no papel do Congresso Nacional para a construção das pol íticas públ icas direcionadas ao segmento de empresas. Antonia Tallarida, subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato do Ministério da Economia, foi a segunda a fazer uso da palavra. A subsecretária começou ressaltando a paixão pelo tema MPE, o compromisso em lutar a favor dos 98% de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), que o governo já lançou inúmeras medidas estruturantes para as MPE e que estava na hora de voltar o olhar para a fase de recuperação dos negócios.

Os impactos no futuro do trabalho - Com a crise da Covid-19, nossa forma de nos relacionar, trabalhar e estudar mudou absolutamente. Foi uma verdadeira reorganização social e uma corrida das empresas para colocar seus colaboradores em home office. A tecnologia vem revolucionando a forma de trabalho há muito tempo, mas o maior impacto se deu agora, o que deveria ser uma mudança em doses homeopáticas, teve uma grande virada de chave, e estamos vivendo uma transformação de dez anos em quatro meses. A verdade é que a tecnologia vem transformando a nossa forma de trabalhar desde a Revolução Industrial. Com isso, estão surgindo novas forças que, mais cedo ou mais tarde, vão afetar o futuro do mercado de trabalho. Elas são: Wirearquias; Machine Learning; Autogestão ; e o Design Thinking.