Sumário Econômico - 1647

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31 jan A 01 fev 20
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CNC e seus 75 Anos - A economia brasileira passou por inúmeros reveses de 1945 até os dias de hoje. Com ganhos e perdas, comércio e serviços refletiram as mudanças estruturais e conjunturais havidas ao longo desses 75 anos. A história da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se imiscui nesse contexto por intensificar a defesa dos interesses das empresas por meio da representação empresarial, entre outras ações. Na celebração do seu aniversário, a entidade torce para que o Brasil tenha capacidade de modificar a situação em que se encontra, surpreendendo favoravelmente. O relativo otimismo deve-se, sobretudo, às respostas do setor privado diante da crise. Nesse contexto, espera-se que as empresas já tenham feito os ajustes necessários para poderem adaptar-se aos tempos difíceis. Ou seja, que a recessão ficou para trás e que os próximos exercícios sejam de crescimento econômico, com a retomada dos investimentos e a geração de empregos.

Intenção de consumo das famílias mostra confiança no longo prazo - O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou o patamar de 69,8 pontos em novembro deste ano, o maior resultado desde maio de 2020, quando foi de 81,7 pontos. Com isso, tornou-se o pior mês de novembro da série histórica e o índice permaneceu abaixo do nível de satisfação (100 pontos), o que acontece desde abril de 2015 (102,9 pontos). Após o ajuste sazonal, a série apresentou crescimento mensal de +0,8%, o terceiro crescimento após os efeitos negativos da crise da covid-19. Contudo, em relação a novembro de 2019, houve retração de -26,7%, a oitava redução nesta base comparativa. Apesar desses fatores positivos, o Momento para Compra de Duráveis apresentou a primeira queda, após três meses de crescimento. Isso mostra que, independentemente da maior confiança, as famílias continuam seletivas no momento de comprar e observam com atenção a eficiência do governo para manter a recuperação econômica.

Em desaceleração, serviços crescem pelo 4º mês seguido - Em setembro, o volume de receitas do setor de serviços cresceu 1,8% na comparação com agosto, já descontados os efeitos sazonais. Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (12/11) pelo IBGE, esse foi o quarto mês consecutivo de avanço no volume de receitas após o setor acumular retração de 18,9% entre março e maio deste ano. A tendência é que as atividades terciárias sigam apresentando lenta reação até o fim de 2020 na medida em que as medidas de estímulo à economia adotadas no auge da pandemia tendem a produzir impactos menos significativos daqui para frente. Diante deste cenário, a CNC revisou de -5,9% para -6,4% sua previsão para a variação do volume de receita dos serviços ao fim de 2020. Para o turismo, a tendência é de que o faturamento real do setor encolha 37,1% neste ano com perspectiva de volta ao nível pré-pandemia no terceiro trimestre de 2023.