Sumário Econômico - 1648

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31 jan A 01 fev 20
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É hora de enfrentar a realidade - Com a falta de chuvas, o governo autorizou o aumento dos preços da eletricidade já em dezembro, sem esperar um momento menos prejudicial para esse incremento de custos à população. Os agentes econômicos precisarão necessariamente ajustar seus orçamentos. Com essa medida, o governo resolveu mostrar a realidade como ela é, com todas as suas dificuldades. Depois de muitos anos com medidas para apenas remediar os problemas ao invés de resolvê-los, a política econômica está realista e não mais escondendo debaixo do tapete as necessidades prementes, ou fazendo confiscos na dívida com uso de ferramentas artificiais.

A economia em 2020 - O ano de 2020 se mostrou altamente desafiador para a economia mundial. A queda no ritmo de atividade econômica em nível global se deu em ritmo inédito em quase um século. Ao fim deste ano, a economia do planeta terá encolhido 4,4%, segundo estimativa do Fundo Monetário Internacional (FMI). No Brasil, o tombo será ainda maior (-5,8%, segundo o próprio Fundo, e -4,8%, segundo pesquisa semanal conduzida pelo Banco Central do Brasil). A despeito das inevitáveis perdas impostas pela pandemia, observa-se um ritmo de recuperação da atividade econômica relativamente rápido, de modo que, na ausência de novos choques negativos nos próximos meses, a economia brasileira deverá retomar o nível de atividade verificado antes da pandemia do novo coronavírus na virada de 2020 para 2021.

O Trabalho de Casa (I) - As medidas profiláticas adotadas pelas autoridades para aplacar os efeitos da pandemia redundaram sobre empresas e pessoas necessidades radicais de reorganização das suas rotinas, modificações de comportamento e cautela na utilização dos recursos. Todos foram impelidos a fazerem inovações, o que se convencionou chamar de tiveram que se reinventar. O contexto de isolamento e/ou afastamento/ distanciamento social num primeiro momento esvaziou ruas, praias, indústrias, comércio e serviços. Uma atmosfera de receio de contaminação disseminou um ar pesado de desconfiança e medo entre as pessoas por causa da aproximação pessoal, do contato físico, do contágio por intermédio da proximidade com o outro.

Economia Gig -  A economia GIG refere-se a um trabalho no qual o profissional pode se cadastrar em um serviço online, sem passar por processos seletivos presenciais, por exemplo, e receber pagamento por suas tarefas realizadas. É uma forma de trabalho baseada em pessoas que possuem empregos temporários ou fazem atividades de trabalho freelancer. Elas são pagas por cada atividade separadamente, ao invés de trabalhar para um empregador fixo, ou seja, o emprego convencional como trabalho em horário predefinido. Para quem trabalha como freelancer, esta modalidade de serviço pode melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, fornecendo maior liberdade de tempo e de espaço. O modelo é alimentado por trabalhadores independentes que selecionam os trabalhos nos quais estão interessados, em vez de serem obrigados a trabalhar em qualquer emprego temporário que conseguirem.