Apenas 8,9% dos comerciantes de Brasília esperam crescimento nas vendas para o Dia dos Pais

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"Consumidor não deixará de comprar, nem que seja uma lembrancinha", diz Francisco Maia
"Consumidor não deixará de comprar, nem que seja uma lembrancinha", diz Francisco Maia
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Divulgação

27/07/2020

Os comerciantes brasilienses não estão otimistas em relação às vendas para o Dia dos Pais deste ano. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio-DF, apenas 8,9% dos lojistas da capital do País esperam que as vendas em 2020 cresçam mais do que no ano passado; 48,5% disseram que a procura será menor e 42,6% afirmaram que será igual.

O levantamento foi feito com 406 empresas de diferentes segmentos, concentradas em várias regiões do DF. Para o presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, o pessimismo, por causa da crise causada pela pandemia, era esperado. Entretanto, o consumidor não deixará de presentear.

Segundo Maia, a data não será igual a dos outros anos. “O empresário está enfrentando a maior crise dos últimos tempos. Após meses de portas fechadas e com prejuízos nas alturas, era esperado que a confiança do empreendedor ficasse abalada”, explica.

“Mas, por outro lado, o consumidor não deixará de comprar, nem que seja uma lembrancinha. Por isso, é necessário que o lojista invista no e-commerce, ou em sistema diferenciados para chegar até o seu cliente, como o delivery ou o take out”, diz o presidente da Federação, Francisco Maia.

Apesar do pessimismo em relação às vendas, os empresários esperam que o consumidor que for comprar gaste mais este ano. A expectativa em relação ao valor médio do presente é de R$ 350,65, um acréscimo de 39% quando comparado com o ano anterior.

Já no quesito Estratégias para o Período, 58,37% pretendem usar algum tipo de ação para alavancar as vendas: realizar promoção (30,23%); kit de produtos (16,28%); vitrine temática (13,57%); diversidade de produtos (13,57%); divulgação (11,63%) e desconto para compras à vista (6,20%).

Em relação ao preço dos produtos, 86,5% disseram que irão manter o valor; 11,8% afirmaram que vão reduzir e 1,7% aumentarão. Como justificativa para o aumento, 57,14% responderam que será por causa do repasse do fornecedor; 28,57% disseram que é por conta da pandemia e 14,29% por causa do aumento do dólar. Para a redução, 79,17% afirmaram que vão abaixar os preços para se adequarem ao cenário de crise e 10,42% responderam que é para atrair mais clientes.

Consumidor

Ainda de acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Fecomércio, a maioria dos consumidores estão dispostos a ir às compras. Segundo a pesquisa, 55,91% pretendem presentear e 44,9% disseram que não irão comprar nada para a data.

Em relação ao ano passado, a intenção positiva de compra teve uma queda de 7,45%. Entre os que não vão comprar presentes, 55,31 % responderam que não tem a quem presentear; 26,82% estão passando por dificuldade financeira; 11,17% não gostam de presentear e 6,7% estão sem emprego.