Em Minas, Frente Parlamentar defende a desburocratização da legislação

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04 A 05 out 19
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A Fecomércio MG colaborou com estudos e análises técnicas
A Fecomércio MG colaborou com estudos e análises técnicas
Crédito
Fecomércio-MG

Liberdade econômica, Reforma Tributária e desburocratização jurídica. Esses foram alguns dos assuntos discutidos durante uma audiência pública, em 1º de outubro, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A reunião marcou o lançamento da Frente Parlamentar da Indústria e do Comércio. A Fecomércio MG, que participou da audiência por meio do Colégio de Representantes dos Contribuintes Mineiros, colaborou com estudos e análises técnicas. Na ocasião, a entidade propôs ao governo alternativas para o desenvolvimento do Estado e medidas para a abertura e expansão das empresas.

A audiência, da Comissão de Desenvolvimento Econômico, buscou construir uma pauta benéfica ao ambiente de negócios no Estado. Após a reunião, o autor do requerimento, deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), afirmou que irá solicitar um encontro com o governador para levar as sugestões do grupo e pedir atenção às propostas documentadas pelo Colégio de Representantes dos Contribuintes Mineiros. A Federação faz parte desse órgão, que reúne 15 entidades.

Os convidados presentes defenderam a diminuição do Estado para incentivar a atração de empresas e a geração de emprego e renda. Entre os presentes estava o vice-presidente do Conselho de Assuntos Tributários da Fecomércio MG e diretor da entidade, Glenn Andrade, representando a presidente interina, Maria Luiza Maia Oliveira. Ele ressaltou a urgência de se criar melhores condições, sobretudo, para micros e pequenas empresas. “Nossa luta é para que o governo dê mais liberdade e autonomia para os empresários de pequeno porte”, afirmou.

Representante técnico da Fecomércio MG, o coordenador jurídico tributário e legislativo da Federação, Marcelo Morais destacou a relevância da iniciativa parlamentar, lançada na última terça-feira (01/10). “A frente possibilita ao governo estadual ter conhecimento sobre as necessidades e as prioridades do setor.”