FBHA apresenta projeto de parceria no Ministério da Economia

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Alexandre Sampaio (à esquerda) em reunião com o subsecretário Fábio Pina (ao centro) e Luiz Navarro (dir.), ambos do Ministério da Economia
Alexandre Sampaio (à esquerda) em reunião com o subsecretário Fábio Pina (ao centro) e Luiz Navarro (dir.), ambos do Ministério da Economia
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Divulgação

O Diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, esteve em Brasília, no dia 17 de julho, em reunião no Ministério da Economia, com a finalidade de apresentar uma proposta para ações de eficiência energética nos setores de comércio e serviços, com destaque para restaurantes e hotéis. Na ocasião, o presidente da FBHA levou dados e levantamentos que são ponto de partida para um estudo mais aprofundado sobre a regulamentação das plataformas de hospedagem no País.

Participaram da reunião o Subsecretário de Desenvolvimento de Comércio e Serviços do Ministério da Economia, Fábio Augusto Luiz Pina, e o Coordenador-Geral de Políticas de Comércio e Serviços da subsecretaria, Luiz Mauricio de Araújo Navarro.

Para o presidente da FBHA, a ideia é aplicar no setor de serviços uma iniciativa que já tem forte apelo na indústria, o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). Com o auxílio do Ministério, estabelecimentos como bares, restaurantes e hotéis poderão ter acesso a linhas de crédito que viabilizem reformas que visem maior eficiência energética nessas empresas. "A FBHA está construindo um projeto piloto para testar a ideia. Começaremos pelo Polo Gastronômico da região da Lapa, no Rio de Janeiro", disse Sampaio.

Sobre os aplicativos de hospedagem, como o Airbnb, Alexandre Sampaio explica que o atual papel das associações é contribuir com informações para que uma regulamentação seja criada. "Estamos levando dados e comparativos com outros destinos mundiais, que mostram a situação da hotelaria e dos tributos que pagam frente às plataformas", conclui.