Fecomércio-MT é contra a quarentena coletiva obrigatória

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26 A 27 jun 20
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A Fecomércio-MT entrou como terceiro interessado na ação civil pública proposta pelo MPE e aguarda a apreciação do judiciaria, para que a decisão inicial seja revertida.
Crédito
Fecomércio-MT

A Fecomércio-MT se posiciona de forma contrária às ações impostas pelas Prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande de decretar quarentena coletiva obrigatória nos respectivos municípios, respeitando a decisão do juiz José Luiz Leite Lindote, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Várzea Grande, atendendo ao Ministério Público do Estado (MPE).

O comércio em geral, com exceção daqueles considerados essenciais, deve fechar as portas por um período de 15 dias, como forma de combate à propagação do novo coronavírus (covid-19).

No entanto, a entidade reforça que a decisão de fechar o comércio “não essencial” na região ocasionará uma outra crise – econômica e social – com a falência de inúmeros estabelecimentos comerciais, provocando, com isso, também o aumento do número de desempregados.

Por isso, a entidade máxima do comércio em Mato Grosso e, consequentemente, a legítima representante do setor no Estado entrou como terceiro interessado na ação civil pública proposta pelo MPE e aguarda a apreciação do Judiciário.

Caso seja aceito, será feito pedido para reverter a decisão inicial do juiz.

A Fecomércio-MT, por meio do seu presidente, José Wenceslau de Souza Júnior, reforça que o comércio não aguenta mais ficar fechado e que, para isso, se atentou às medidas de biossegurança para continuar exercendo as suas atividades sem o risco de propagação do vírus, como o uso de máscaras e álcool 70%, distanciamento de 1,5 m entre as pessoas, além de outras medidas.