Na Fecomércio-MG, a caravana em defesa da reforma tributária

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Empresários e autoridades defenderam a reforma tributária na audiência pública em Minas Gerais
Empresários e autoridades defenderam a reforma tributária na audiência pública em Minas Gerais
Crédito
Tarcisio de Paula/Sesc-MG

A Fecomércio-MG recebeu uma audiência pública da Frente Parlamentar Mista da Reforma Tributária. A reunião, realizada no dia 12 de julho, integra uma série de eventos que serão organizados pela Frente em vários estados do País no decorrer de 2019. Dois encontros já foram promovidos: um no Rio Grande do Sul, outro no Rio de Janeiro. No entanto, a audiência pública em Minas Gerais entrou para a história, pois foi a primeira organizada pela caravana em uma entidade representativa do setor terciário.

A presidente interina da Fecomércio MG, Maria Luiza Maia Oliveira, destacou o ineditismo da iniciativa para o setor do comércio. Ela ainda conclamou os empresários para reforçarem o discurso em favor da simplificação de tributos no país. “A Federação, que representa mais de 720 mil empresários em Minas Gerais, acredita que é necessário unir esforços para que a União, Estados e Municípios aprovem a Reforma Tributária.”

Mobilização e texto unificado

O coordenador da caravana, Rosano Camargo Garbin, frisou que precisa discutir o tema com diversas frentes, como empresários, entidades e trabalhadores. Ele defende essa postura para evitar que o Congresso Nacional produza muitos destaques no futuro texto da reforma. “Quando isso acontece, é um sinal de que as bases da pirâmide social não foram ouvidas.”

Membro da frente parlamentar e integrante do Grupo de Trabalho de Combate à Sonegação Fiscal na Câmara, a deputada federal Alê Silva (PSL/MG) salientou que é preciso mais que unir protagonistas em torno de uma proposta. “Não basta produzir reformas indiscriminadamente se a sociedade organizada e o poder público não se mobilizarem para conter fraudes e evasão de impostos.”

Os próximos destinos da caravana serão os Estados do Amapá, Pará e São Paulo. A expectativa do grupo é que as discussões sobre a reforma tributária terminem nos próximos meses e um texto unificado seja apresentado ao Congresso entre os meses de outubro e novembro.