Novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do RS apresenta ações de interesse da Fecomércio-RS

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Tributação, Alíquiotas interestaduais, desburocratização e turismo foram temas pontuais da reunião com Rodrigo Lorenzoni.
Crédito
Fecomércio-RS

O vice-presidente de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio-RS, Manuel Suarez, e o assessor parlamentar Lucas Schifino se reuniram virtualmente com o novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do RS (Sedetur), Rodrigo Lorenzoni, na tarde desta segunda-feira, dia 22/06.

Lorenzoni, que assumiu a casa no início deste mês, procura intensificar o planejamento das estratégias de promoção de desenvolvimento no Estado. Para isso, o secretário tem se reunido com entidades de classe para ouvir as demandas e gargalos de cada setor.

A ideia, segundo Lorenzoni, é manter um canal aberto para o diálogo sobre políticas e ações que possam alavancar o desenvolvimento gaúcho. “A ideia é caminhar junto com vocês e acabar com esse monte de amarras que faz o setor sofrer”, afirmou ele.

Schifino falou sobre três pontos trabalhados pela entidade que impactam o desenvolvimento econômico do Estado por afetarem diretamente as empresas do setor de comércio e serviços.

Tributação e desburocratização

Uma delas é a burocracia que envolve a tributação gaúcha quando se trata de Substituição Tributária. Segundo o assessor, no Rio Grande do Sul o regime é usado com mais rigidez, pois obriga o comércio a pagar o tributo antes de vender a mercadoria.

Alíquotas – operações interestaduais

Outra questão é a cobrança do diferencial de alíquotas de ICMS nas aquisições interestaduais de mercadorias, por contribuintes optantes do regime do Simples Nacional. A Fecomércio-RS defende que o diferencial do imposto nas operações interestaduais onera demasiadamente o setor terciário, principalmente neste momento de crise, em função da covid-19.

Turismo

O vice-presidente Manuel Suarez falou sobre o Conselho de Turismo da Fecomércio-RS, do qual é coordenador, que tem a premissa de aconselhar e dialogar com os principais agentes do setor.

Quando questionado pelo secretário sobre sugestões para a secretaria que ele acabou de assumir, Suarez afirmou que gostaria que o Estado trabalhasse fortemente no turismo corporativo através da colaboração mútua com a iniciativa privada.

Segundo ele, o turismo de negócios nem sempre está contemplado de forma mais estruturada no planejamento do Governo, mas esse tipo de turismo movimenta e recebe também muitos visitantes, assim como o turismo de lazer.

Outro ponto discutido foi o piso regional: a Fecomércio-RS defende a extinção do mínimo, criado em 2001, em um contexto de salário mínimo nacional defasado. De lá para cá, com a mudança de cenários e os expressivos reajustes, o piso regional diferenciado diminuiu ainda mais a competitividade do Estado gaúcho (que junto com outros quatro estados, é um dos poucos que ainda mantêm o piso).

Leia a íntegra no site da Fecomércio-RS.