Presidente da Fecomércio-AP apresenta plano de reabertura do comércio

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Segundo Viterino, plano de reabertura proposto teria início em 29 de maio
Crédito:
Fecomércio-AP
Segundo Viterino, plano de reabertura proposto teria início em 29 de maio
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Fecomércio-AP

22/05/2020

O presidente do Sistema Fecomércio Amapá, Eliezir Viterbino, vai apresentar na manhã deste sábado (23), às 10 horas, por meio de uma videoconferência, a proposta do Plano de Reabertura Gradual do Comércio do Estado. Elaborado pela Fecomércio e por entidades representativas do setor econômico, o plano foi criado com base em análises técnicas e estabelece protocolos gerais que devem ser seguidos pelas empresas.

Os impactos econômicos provocados pelo novo coronavírus influenciaram diversos setores. O varejo, por exemplo, acumula perdas que ultrapassam a casa dos R$ 120 bilhões em sete semanas. Isso, em termos percentuais, representa um encolhimento de 56% no faturamento. Já no Estado do Amapá, estima-se que as perdas no varejo cheguem aos R$ 240 milhões, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio do Estado do Amapá (IPDC) apontou que a taxa de desocupação pode ficar acima de 25%. No pior cenário previsto, serão 40 mil postos de trabalho afetados diretamente.

Ciclos de reabertura

Para reduzir esses efeitos negativos na economia após tantas medidas de restrições já decretadas, o plano de reabertura proposto teria início em 29 de maio, por meio do atendimento expresso, seguindo em ciclos até junho, segundo Viterbino, também é vice-presidente da CNC. A partir de julho, os estabelecimentos já atenderiam na modalidade presencial, com o quadro de funcionários reduzido, obedecendo às medidas de segurança, higiene e horários.

Somente em setembro, será adotado o funcionamento regular dos horários e equipes completas. Além disso, os estabelecimentos funcionarão como núcleos de contenção de contágio. Na prática, atuarão como promotores para que as medidas de segurança sugeridas pelo Ministério da Saúde sejam seguidas pelos clientes.

Além das 17 normas gerais estabelecidas para todas as empresas, como limitar a quantidade de clientes que entram no comércio, disponibilizar álcool 70% nos locais de fácil acesso e reforçar os procedimentos de higiene de todos os ambientes, o plano determina uma série de protocolos, a ser adotada por cada segmento comercial.