Relatório entregue à Fecomércio-MT aponta crescimento de imóveis comercializados em Cuiabá

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Fecomércio-MT

02/03/2020

Dados do relatório de Indicadores de Mercado Imobiliário de Cuiabá, de 2015 a 2019, mostram o crescimento de 5,07% no número de unidades comercializadas, na capital mato-grossense, aumentando de 8.113 em 2018 para 8.546 no ano seguinte. Observou-se também melhora no valor transacionado para o mesmo período, chegando a R$ 2,6 bilhões, com alta de 1,1%. Ainda assim, o número de imóveis comercializados em 2015 foi ainda maior, com 10.411 unidades vendidas. Os números foram apresentados pelo Sindicato da Habitação no Estado (Secovi-MT) para o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza. 

O relatório também é fornecido às empresas da base sindical e para a própria Prefeitura de Cuiabá, pois serve como referência a possíveis investimentos em regiões da cidade. “Conseguimos identificar para onde a capital está crescendo e, assim, contribuir para a infraestrutura de determinada região”, explicou o presidente do Secovi, Marco Pessoz.

Para o presidente da Fecomércio-MT, o trabalho realizado pela entidade sindical e pelo seu presidente fomenta a geração de emprego e renda na capital. “Expor indicadores sobre a movimentação imobiliária possibilita a investidores abrir novos negócios, contribuindo ainda mais para a economia local, geração de emprego e arrecadação para todo o Estado”, disse Wenceslau.

As regiões oeste e leste da capital computaram maior número de imóveis transacionados, de 2.926 e 2.642, respectivamente. As demais regiões somam 2.978 unidades vendidas, incluindo a região rural, com 277. Sobre as unidades comercializadas, houve queda no número de imóveis novos, de 1.066 em 2018 para 869 em 2019, queda de 18,5%. Já o número de imóveis usados comercializados no mesmo período cresceu 8,9%, de 7.047 para 7.677 de um ano para outro.

Com os números apresentados, Pessoz concluiu que a expectativa de crescimento da economia refletiu no aumento de imóveis vendidos em Cuiabá. “Houve crescimento de unidades vendidas e, consequentemente, o seu valor comercializado. As regiões onde se encontram grandes centros comerciais e empresas prestadoras de serviços, como shopping centers, contribuíram para a melhora do relatório do ano passado. Com a retomada do crescimento econômico, espera-se que em 2020 a indústria e a construção civil contribuam para um ano mais promissor.”