26 November, 2018

MDIC recebe propostas da CNC

À direita na foto, Rubens Medrano e Wany Pasquarelli, da CNC

Crédito: Washington Costa/MDIC

À direita na foto, Rubens Medrano e Wany Pasquarelli, da CNC, são recebidos por Douglas Finardi e equipe

O secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Douglas Finardi, recebeu, no dia 22 de novembro, em Brasília, uma lista de propostas para fomentar a competitividade do varejo, do comércio eletrônico e do setor de serviços, elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O documento, entregue pelo diretor da entidade, Rubens Medrano, e pela chefe da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação, Wany Pasquarelli, é resultado de uma consulta realizada pela entidade às suas 27 Federações estaduais, e foi estruturado em três eixos: Melhoria do ambiente de Negócios; Incremento da Inovação do Varejo; e Indicadores e estudos para o setor terciário. Medrano também apresentou uma publicação que contém pautas e propostas do setor produtivo para a economia digital e o comércio eletrônico.

Finardi explicou que a Secretaria tem construído uma agenda de trabalho em conjunto com o setor empresarial e em articulação com demais órgãos do governo. Os documentos entregues pela CNC serão estudados pela equipe da Secretaria de Comércio e Serviços nos próximos dias. “As políticas públicas desenhadas para o setor são cada vez mais transversais e envolvem medidas relacionadas à capacitação para preparação da força de trabalho para as mudanças digitais, questões trabalhistas, tributárias, logísticas, de segurança e de inovação. Por isso é tão importante escutar as entidades representantes do setor terciário”, disse o secretário.

Ainda de acordo com Douglas Finardi, o segundo documento entregue pela CNC, o que trata de economia digital, será apresentado no SubComitê de Comércio Eletrônico e Exportações, coordenado pelo MDIC e o Ministério das Relações Exteriores, no âmbito da Estratégia Digital brasileira. “Estamos discutindo ações para fomentar o comércio eletrônico no âmbito doméstico e também internacionalmente. A SCS também tem subsidiado o ministro Marcos Jorge e o governo, de forma geral, em fóruns internacionais e em negociações bilaterais sobre o assunto, como a negociação concluída nesta semana com o Chile que incluiu de forma inédita o tema comércio eletrônico”, completou.

Fórum de Competitividade do Varejo

A agenda para fomentar a competividade do setor terciário, elaborada em parceria com a CNC e outras entidades representativas, será apresentada em dezembro no Fórum de Competitividade do Varejo, grupo de diálogo do governo com empresários do comércio brasileiro coordenado desde 2015 pela Secretaria de Comércio e Serviços.

Entre os assuntos debatidos pelo grupo estão os meios de pagamento, a modernização da legislação trabalhista e os desafios trazidos pelo comércio eletrônico.

Além da CNC, 19 entidades que representam o setor varejista integram o Fórum de Competitividade do Varejo: ABAD - Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores; ABCOMM - Associação Brasileira de Comércio Eletrônico; ABF - Associação Brasileira de Franchinsing; ABRAS - Associação Brasileira de Supermercados; ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers; ABVTEX - Associação Brasileira do Varejo Têxtil; ANAMACO - Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção; ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes; GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação; AFRAC - Associação Brasileira de Automação para o Comércio; ALSHOP - Associação de Lojistas de Shopping; ABMAPRO - Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização; Câmara E-Net - Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico; CNDL - Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas; CACB - Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil; FENABRAVE - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores; IFB - Instituto Foodservice Brasil; IDV - Instituto para Desenvolvimento do Varejo; e SBVC - Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. São parceiros eventuais do Fórum o Banco Central, o BNDES e os ministérios da Fazenda, do Trabalho e do Desenvolvimento Social.

Com informações do MDIC.

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