10 maio, 2018

Novos modelos e mercado e de atendimento

Vanderlei Kitchel, Marcio Millan (Abras), Aldo Gonçalves e Paulo Pianez (Carrefo

Crédito: Paulo Negreiros

Vanderlei Kitchel, Marcio Millan (Abras), Aldo Gonçalves e Paulo Pianez (Carrefour)

No âmbito das tecnologias disruptivas e os novos modelos de negócios em comércio e serviços, Aldo Gonçalves, diretor da CNC e presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), desenvolveu o tema considerando o surgimento dos novos negócios. Aldo foi o mediador dos debates do segundo painel do dia 9 de maio, no Movimento para Inovação em Comércio e Serviços (Movin 2018).

“Varejo é gente. Hoje o comércio não se trata apenas de compra e venda, mas de uma experiência de compras”, ressaltou Aldo. Ele frisou que o uso de interfaces como Facebook, WhatsApp, Instagram e outras mídias sociais são formas de ajudar a alavancar o trabalho das empresas de varejo.

Formas de atendimento

O atendimento aos consumidores foi um assunto novamente abordado. Vanderlei Kichel, CEO da SetaDigital (sistema de loja de calçados) e idealizador da Sapati, falou da experiência da construção de um laboratório de calçados, instruindo o empresário do segmento a treinar os atendentes para serem consultores, deixando assim o cliente à vontade para fazer sua compra sozinho ou, se quiser, solicitar ajuda. “Sentir na pele a forma como o cliente deseja realizar sua compra; a importância de fazer uso da tecnologia para realizar esse tipo de atividade; como atrair novos clientes, entre outros, é fundamental”, disse Vanderlei.

Segundo Kichel, dentre os próximos passos, a Seta deseja disseminar às empresas novas tecnologias, continuar inovando, integrar indústria e varejo e gerar indicadores de mercado. “A chave seria perceber e aceitar os problemas e a necessidade de inovação e tirar proveito das oportunidades”.

Segundo Vanderlei, identificar os problemas, fazendo pesquisas de mercado, e coletar boas ideias, é essencial para solucioná-los. “Onde há problema, há oportunidade de inovação. É preciso captar o que se passa na cabeça do cliente”, completou.

 

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