28 junho, 2017

Prefeito João Doria participa do “E agora, Brasil?”

Prefeito João Doria participa do “E agora, Brasil?”

Crédito: Geraldo Roque/CNC

Prefeito João Doria participa do “E agora, Brasil?”

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O prefeito de São Paulo, João Doria, foi o convidado da 7ª edição do “E agora, Brasil?”, série de debates realizada pelo jornal O Globo com a parceria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Doria apresentou algumas de suas principais realizações no ainda curto período em que está à frente da administração da capital paulista e fez uma avaliação do atual quadro político e econômico do País.

Ao falar dos projetos e iniciativas, Doria destacou principalmente aqueles voltados para a saúde e a educação, duas áreas que ele considera prioritárias para o investimento público. Para as demais, o prefeito paulistano afirmou que vem buscando parcerias com a iniciativa privada. “Apresentamos este mês, na Câmara Municipal de São Paulo, um vigoroso programa que prevê a desestatização de 55 áreas. Eu defendo um Estado menor, mais eficiente, no plano municipal, estadual e federal. O Estado eficiente é aquele que atua onde ele é prioritariamente necessário. Não tenho o menor temor de defender isso.”

Sobre o atual momento político, João Doria evitou se posicionar sobre uma possível saída de seu partido, o PSDB, do governo federal. Nas últimas semanas, ele defendeu a permanência do partido no governo, mas disse que esta posição deveria ser reavaliada a cada "fato novo" que surgisse. O prefeito avalia que é preciso pensar na governabilidade. “Minha posição, que é igual à do governador Geraldo Alckmin, é proteger o Brasil, e não o governo Temer. Tem que ter ponderação e equilíbrio e tomar uma decisão.”

O projeto “E agora, Brasil?” é uma parceria da CNC e O Globo, reunindo a equipe de editores e colunistas do jornal com empresários e executivos para debater as principais questões do cenário nacional. Entre os convidados que participaram das edições anteriores do encontro estão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o juiz Sergio Moro e a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

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