14 August, 2015

A voz de quem trabalha, produz e vende

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Entender o que pensa o empresariado e defender seus interesses é uma bandeira constante da CNC. Saiba o que pensam os presidentes de federação do comércio e como encaram o grande desafio de fazer negócios em um país como o Brasil. Veja mais na matéria de capa da CNC Notícias de Agosto.

Adelmir SantanaMoody’s, rebaixamento da nota

“Evidentemente, o rebaixamento da nota é ruim, mas o Brasil ainda mantém o grau de investimento, principalmente devido as nossas reservas internacionais, que garantem uma ampla cobertura para os pagamentos da dívida externa. O caminho, agora, é melhorar o resultado fiscal e frear a dívida pública.” – Adelmir Santana, presidente da Fecomércio-DF. Leia mais.

Inovação nos serviços

“O setor de prestação de serviços com preponderância em provimento de mão de obra tem sofrido uma redução significativa nos últimos meses. A solução é inovar por meio da ampliação do portfólio de serviços e estender os negócios a outras regiões” – Laércio Oliveira, presidente da Fecomércio-SE. Leia mais.

Persistência e criatividade

“As alternativas passam pela cautela, pela persistência, pela criatividade nas promoções e, principalmente, por muita dedicação ao trabalho. Munidos dessas armas, vamos superar a crise e voltar a crescer. ” – Darci Piana, presidente da Fecomércio-PR. Leia mais.

 

Bruno Breithaupt

Mais prazos e opções

“O empresário, nesses períodos de dificuldade econômica, deve buscar inovar, diversificar seu mix de produtos e também, na medida do possível, procurar estender os prazos de pagamentos e oferecer novas condições que se adequem à nova situação do consumidor.” – Bruno Breithaupt, presidente da Fecomércio-SC. Leia mais.

Estoques em níveis estáveis

“A perspectiva é de que ocorra um incremento de 3%, e isso representará 21 mil vagas. Quanto ao estoque, deve se manter como em 2014: sem incremento” – Pedro Nadaf, presidente da Fecomércio-MT. Leia mais.


Luiz Carlos BohnOlho na concorrência

“É fundamental que o empresariado compreenda que, em um mercado que não cresce, existe acirramento da concorrência, com tendência de ganho de market share por parte das empresas bem estruturadas, com lucratividade e liquidez.” – Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS. Leia mais.

Carlos AndradeEsperança em 2016

“O Estado da Bahia deve perder cerca de 10% do faturamento real neste ano, e não haverá recuperação no curto prazo. A expectativa é que em 2016 as vendas possam começar a se recuperar, ainda que gradativamente.” – Carlos de Souza Andrade, presidente da Fecomércio-BA. Leia mais.

Abram SzajmanInflação: mau sinal

“A inflação é sintoma de que há algo de errado na economia. Em um ambiente de desaquecimento econômico como o atual, a inflação elevada mostra que há desequilíbrios macroeconômicos sérios no País.” – Abram Szajman, presidente da Fecomércio-SP. Leia mais.


José Lino SepulcriPostura flexível diante da crise 

“A economia no Espírito Santo passa por uma fase nebulosa, em que segue a passos lentos. A sensação do empresário é de retrocesso. Porém, o setor permanece numa postura flexível, isto é, preparado para suportar eventuais adversidades sem apatia, mas sem desespero também.” – José Lino Sepulcri, presidente da Fecomércio-ES. Leia mais.

José Arteiro da Silva, presidente da Fecomércio-MAHora de promoções e treinamento

“As pesquisas desenvolvidas pela Fecomércio­MA mostram que as promoções e uma equipe de atendimento bem treinada, além dos preços competitivos, serão os diferenciais primordiais que os consumidores buscarão nesse período.” – José Arteiro, presidente da Fecomércio-MA. Leia mais. 

Raniery CoelhoPlanejamento para seguir adiante

“Atuo no segmento de utilidades domésticas e produtos para bares e restaurantes. Primeiramente, tivemos que rever nossa gestão operacional, estabelecendo maior planejamento, desde o procedimento de compras e reposição de estoque até a contratação de pessoal.” – Raniery Araújo Coelho, presidente da Fecomércio-RO. Leia mais.

Mapeamento de gastos

“Em ano de crise, as palavras de ordem para sobreviver e avançar no mundo dos negócios são mapear todos os gastos, aplicar os recursos de forma devida e agir sempre dentro da legalidade, procurar novos canais de venda – quem sabe diferentes públicos –, tentar ofertar outras opções para o consumidor e fazer parcerias” – Edgar Segato Neto, presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac). Leia mais.

Investir no atendimento

“No varejo, principalmente, o empresário deve investir em uma maior qualidade no atendimento, para alavancar vendas (podem ser feitos treinamentos e capacitações por meio do Senac), calcular melhor na hora de efetuar a compra do estoque, inovar, aproveitando as oportunidades e aprendendo com quem já realiza ações inovadoras” – Itelvino Pisoni, presidente da Fecomércio-TO. Leia mais.

Entender o cliente

“Este é um momento em que é preciso ter prudência. Estudar o mercado, saber investir corretamente e conquistar o consumidor por meio de uma mensagem convincente é essencial. Como em qualquer segmento do varejo, é preciso entender o comportamento do cliente para atender às expectativas destes e direcionar ações para cada público” – Lázaro Luiz Gonzaga, presidente da Fecomércio-MG. Leia mais.

Novas ideias na crise

“Ao mesmo tempo em que o momento é crítico e desfavorável, ele permite que novas ideias surjam e que processos inovadores e ajustes sejam realizados no sentido da busca pela eficiência e por ganhos de competitividade” – Wilton Malta, presidente da Fecomércio-AL. Leia mais.

Atrair a atenção dos clientes

“Não deixe, de forma nenhuma, de dar um banho, qualquer que seja, na empresa. Investir na fachada e no atendimento, por exemplo. Isso é o necessário para que os consumidores, ao chegarem, verifiquem que a empresa está ativa. Especialmente para as micros e pequenas empresas, essa ferramenta é bastante importante” – José Evaristo dos Santos, presidente da Fecomércio-GO. Leia mais.

Jeferson Furlan NazárioMenos postos de trabalho

“Somente no primeiro semestre tivemos uma redução de aproximadamente 10 mil postos de trabalho no setor de segurança privada. Se a economia continuar nesse passo, pode gerar ainda mais demissões.” – Jeferson Furlan Nazário, presidente da Federação Nacional dos Sindicatos das Empresas de Segurança, Vigilância e de Transporte de Valores (Fenavist). Leia mais.

Daniel MansanoAumentos impactam atividades

“Os escritórios de despachantes aduaneiros e as empresas que atuam no setor estão sentindo o impacto dos aumentos da energia, dos encargos com pessoal e dos preços dos combustíveis, embora em menor escala, em relação a empresas comerciais de maior vulto.” – Daniel Mansano, presidente da Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros). Leia mais.

Aumento modesto nos combustíveis

“Com a economia ruim, as pessoas estão andando menos de carro, e há perspectiva de queda na produção da indústria automobilística em torno de 20%. E mesmo assim, serão 2,8 milhões de carros. Em razão desse panorama, trabalhamos com a perspectiva de um aumento modesto nas vendas de combustíveis, em torno de 2%” – Paulo Miranda Soares, presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis). Leia mais.

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