31 maio, 2012

Guia de turismo qualificado é essencial para o turismo receptivo

Irma Karla Barbosa, presidente da Federação Nacional de Guias de Turismo

Crédito: Christina Boucayuva

Irma Karla Barbosa, presidente da Federação Nacional de Guias de Turismo (Fenagtur) durante a palestra

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O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu, nesta quarta-feira, 30 de maio, a importância do guia de turismo e o seu papel no desenvolvimento do turismo nacional. A reunião foi conduzida pela conselheira Viviane Martins, presidente da Associação Brasileira de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas (ABGEV), e deu continuidade ao macrotema "Turismo Receptivo e Capacitação Profissional".

A presidente da Federação Nacional de Guias de Turismo (Fenagtur), Irma Karla Barbosa, apresentou aos conselheiros as atribuições da profissão de Guia de Turismo, regulamentada pela Lei n° 946, de 1° de outubro de 1993. “O guia é a pessoa mais adequada para acompanhar os turistas e fornecer as informações necessárias, porque ele tem a formação exigida; e não só é qualificado, como também tem o cadastro no Ministério do Turismo”, afirmou Irma.

A palestrante chamou a atenção para a existência de pessoas que se passam por guias sem o registro adequado no Ministério, o que pode gerar problemas para as agências de turismo e, principalmente, para o turista. “É imprescindível que o guia esteja portando o crachá expedido pelo Ministério do Turismo (MTur), porque, só assim, o turista terá a certeza de que estará acompanhado de alguém confiável”, completou.

Com o aumento da realização de eventos internacionais de grande porte no Brasil, a procura pelos guias de turismo também está em alta. “Todos os setores do turismo apresentam perspectivas atraentes”, afirmou Irma, que destacou também a importância da qualificação profissional e da atualização dos guias que já atuam no mercado.

A palestrante encerrou falando sobre a importância do profissional, que possui não apenas o conhecimento técnico ou específico sobre as regiões, mas também agrega responsabilidades ambientais, sociais, civis e penais. “O guia é visto pelo turista como principal fonte de informação e a referência máxima no passeio turístico. Cada vez mais é necessária uma maior atenção para esses profissionais, que são o contato direto entre as agências e os destinos turísticos com o turista”, concluiu.

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