3 August, 2017

Casa Civil reúne confederações empresariais para defender reforma trabalhista

Presidente da Fecomércio-DF e vice-presidente da CNC, Adelmir Santana compareceu

Crédito: Romério Cunha

Presidente da Fecomércio-DF e vice-presidente da CNC, Adelmir Santana compareceu representando o comércio

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O ministro da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, reuniu no dia 31 de julho, no Palácio do Planalto, confederações empresariais que representam diversos setores produtivos do País. A intenção foi mostrar às entidades a importância da reforma trabalhista e difundir os pontos positivos da lei que moderniza a legislação atual (Lei nº 13.467/17). O presidente da Fecomércio-DF e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Adelmir Santana, compareceu, representando o comércio, e ressaltou que a reforma é um avanço e significa uma revolução nas leis que tratam do trabalho no Brasil. 

“A reforma vem trazer ganhos para todos. Precisávamos de uma revolução nas leis trabalhistas, que eram velhas e ultrapassadas. Entretanto, essa proposta vem sendo bombardeada por alguns setores que se sentem prejudicados e nós precisamos mostrar que nenhum direito do trabalhador foi retirado, muito pelo contrário”, afirmou Adelmir Santana. Ele destacou ainda que o Brasil conquistou um novo marco nas relações de trabalho. Segundo Santana, a reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente Michel Temer, cria novas oportunidades de emprego, além de melhorar o ambiente econômico do País. 

O ministro da Casa Civil da Presidência da República disse que é preciso difundir entre as confederações que representam o setor produtivo nacional que a nova legislação trabalhista vem para mudar uma lei do século passado, da década de 1940. Ele explica que o Brasil mudou e as circunstâncias também mudaram, por isso a necessidade de evoluir as leis que tratam sobre o trabalho no Brasil. “A legislação não vinha acompanhando as mudanças das formas de trabalho. Agora, temos uma legislação que viabiliza, por exemplo, que pessoas possam trabalhar em casa, ou ainda aos finais de semana, assim como reduzir o tempo de almoço para que possam voltar mais cedo para casa. Esses são apenas alguns exemplos, mas temos vários problemas que serão corrigidos por essa nova legislação, que vem dar um olhar do século XXI para as relações trabalhistas brasileiras”, informou o ministro Eliseu Padilha. 

Entre as confederações participantes da reunião estavam: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representada pelo presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana; a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Confederação Nacional da Indústria (CNI); Confederação Nacional do Transporte (CNT); e Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), entre outras.

 

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