6 September, 2017

Laércio Oliveira está entre os cabeças do Congresso Nacional

Laércio foi escolhido na categoria “negociador”, onde estão, em geral, líderes ou vice-líderes partidários

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O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) divulgou a lista das 100 Cabeças do Congresso Nacional e, pelo terceiro ano consecutivo, o deputado federal Laércio Oliveira, que é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), faz parte da relação. A lista é integrada pelos políticos mais influentes do Parlamento.

Laércio, na avaliação do Diap, é “negociador”, onde estão, em geral, líderes ou vice-líderes partidários. “São aqueles parlamentares que, investidos de autoridade para firmar e honrar compromissos, sentam-se à mesa de negociação respaldados para tomar decisões", explica o Diap.

Os negociadores, normalmente parlamentares experientes e respeitados por seus pares, sabedores de seus limites de concessões, procuram previamente conhecer as aspirações e bases de barganha dos interlocutores para estabelecer sua tática de convencimento.

São atributos indispensáveis ao bom negociador, além da credibilidade, a urbanidade no trato, o controle emocional, a habilidade no uso das palavras, discrição e, sobretudo, capacidade de transigir. É bom negociador o parlamentar que, sem abrir mão de suas convicções políticas, respeita a vontade da maioria mantendo coeso seu grupo político”, informou o Diap.

Critérios

Para chegar aos 100 parlamentares mais influentes do Congresso, que inclui deputados e senadores, o Diap analisa minuciosamente os pronunciamentos, a apresentação de proposições, as intervenções nos debates do Legislativo, a frequência com que o parlamentar é citado na imprensa. Além disso, são levados em conta os cargos públicos exercidos dentro e fora do Congresso, relatorias de matérias relevantes, forças ou grupos políticos de que faça parte, bem como o perfil político e ideológico do parlamentar.

Entre os atributos que caracterizam o protagonismo no processo legislativo, destacam-se “a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações. Isso tanto pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade quanto pela facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”, conforme explica o coordenador da pesquisa, o cientista político Antônio Augusto de Queiroz.

Essa é a 24ª edição da publicação do Diap, que começou em 1994, e que se tornou uma referência para compreender o processo legislativo.

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